quinta-feira, 4 de julho de 2013

Copa do Mundo e Olimpíadas criam grandes oportunidades na hotelaria brasileira




Que o Brasil é o País do futuro e das grandes oportunidades, a maioria da população já sabe, pois isto é ensinado há décadas nas escolas desde os primeiros anos da alfabetização das crianças. Mas a maioria das pessoas ainda não chegou a conclusão que já estamos vivendo o sonhado futuro e as oportunidades chegaram. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 são duas grandiosas oportunidades que o Brasil terá para mostrar ao mundo o enorme potencial que temos para se solidificar como uma das grandes potenciais mundiais. A economia forte e estável, parque industrial moderno e diversificado, mercado consumidor interno aquecido, exportações em crescimento acentuado e o potencial turístico são alguns dos atrativos. E é justamente no turismo onde se apresentam as grandes oportunidades e poucas empresas começaram a se mobilizar para atender às necessidades do mercado.
E quando se fala em turismo, o primeiro e mais importante elo desta cadeia produtiva é a hotelaria. Quantos hotéis existentes no Brasil ou que estão sendo construídos e reformados nem mesmo o Ministério do Turismo sabe.  Por incrível que pareça não existe um órgão no Brasil que centralize estas informações. Muitos ‘chutômetros’ são lançados no mercado, alguns no mínimo especulativos e sem credibilidade alguma e os poucos dados que se tem confiáveis estão dispersos por entidades representativas do setor hoteleiro e algumas empresas de consultoria. Mesmo estes dados sendo confiáveis, juntá-los também não é tarefa fácil, pois uma mesma entidade pode representar três elos da cadeia hoteleira, mas que a hotelaria é a grande alavanca da economia nos próximos anos, isto ninguém duvida. E fica a pergunta: será que os fornecedores da indústria hoteleira estão se preparando para atender às exigências de hotéis que deverão ser construídos e modernizados? Poucos fornecedores já se deram conta das grandes oportunidades da hotelaria nos próximos anos e já estudam ampliar a participação no setor, lançar novos produtos ou mesmo voltar a atuar no setor que consideravam alguns anos atrás como saturado. Fonte: Revista Hotéis

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